Um casal vinha por uma estrada do interior. Sem dizer uma palavra. Uma discussão anterior havia levado a uma briga, e nenhum dos dois queria dar o braço a torcer. Ao passarem por uma quinta em que havia mulas e porcos, o marido perguntou, sarcástico:
- Parentes teus?
- Sim, respondeu ela. Cunhados e sogra...
Na cama, o marido vira-se para a jovem esposa e pergunta:
- Querida, diz-me: Eu sou o primeiro homem da tua vida?
Ela olha para o parvalhão e responde:
- Pode ser... A tua cara não me é estranha...
O homem pergunta à mulher:
- Querida, quando eu morrer, vais chorar muito?
- Claro, querido. Sabes que eu choro por tudo e por nada.
Adão e Eva passeavam pelo Paraíso.
E a Eva pergunta:
- Adão, amas-me?
E o Adão, resmungando:
- E tenho outra escolha?
O marido perguntou para a mulher:
- Vamos tentar uma posição diferente esta noite?
A mulher respondeu:
- Boa ideia, tu lavas a loiça e eu sento-me no sofá...
E se a evolução humana tivesse sido diferente?
Poderia ter sido assim.....

Encontraram-se no inferno: José Manuel Durão Barroso, George W. Bush e a Rainha da Inglaterra, Elizabeth II de Windsor.
Bush pediu ao diabo uma autorização para fazer uma chamada para os EUA, porque queria saber como ficou o país depois da sua partida. O diabo permitiu a chamada e Bush falou durante 2 minutos. Ao terminar, o diabo disse que a chamada custou 600 contos, Bush emitiu um cheque e pagou...
Quando a rainha soube, quis fazer o mesmo, e ligou para a Inglaterra, mas conversou apenas durante 5 minutos. O diabo passou a conta, em libras esterlinas, equivalente a 1000 contos.
Obviamente que Durão Barroso ficou intrigado e também quis ligar para Portugal para ver como havia ficado o país, mas conversou por mais de 3 horas. Quando desligou, o diabo disse que era 100 contos. O próprio "Cherne" ficou atónito, porque viu as cobranças anteriores que duraram muito menos tempo. Então, perguntou ao diabo porque custava tão pouco ligar para Portugal...
O diabo respondeu:
- De inferno para inferno é chamada local.
Os civis poderão em breve usar armas eléctricas de contacto e gases aerossóis para defesa pessoal, segundo o Projecto de Lei de Porte de Armas que a PSP entregou ao Ministério da Administração Interna, disse à Lusa fonte daquela polícia.
Segundo o subintendente Magina da Silva, do Grupo de Operações Especiais da PSP, o porte dessas armas estará sujeito a algumas condições.
Assim, para que os cidadãos possam usar as armas eléctricas de contacto e os gases aerossóis precisam de uma licença de uso e porte de arma.
Com esta acção, a polícia reconhece, na prática, a sua impotência na protecção à sociedade civil e à segurança a que as pessoas têm direito. Por outro lado, confirmam o direito legal das populações à autodefesa e à legitimidade de uso de armas de defesa.
Uma dieta rica em determinados lípidos pode ajudar a prevenir a tuberculose. Foi a esta conclusão que chegou uma equipa da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, em colaboração com o Laboratório Europeu de Biologia Molecular, em Heidelberg, na Alemanha, que publicou um artigo na revista "Nature Cell Biology".
O bacilo da tuberculose pode manipular a resposta dos macrófagos, células do nosso sistema imunitário especializadas em destruir agentes invasores, impedindo o seu processo de desenvolvimento até à fase da digestão da bactéria. É então que entram em cena certas gorduras que, de acordo com a equipa, são capazes de restaurar os mecanismos bactericidas dos macrófagos infectados.
A tuberculose, uma doença que ainda mata cerca de dois milhões de pessoas por ano e que infecta cerca de oito milhões. Um organismo enfraquecido está mais sujeito não só ao contágio, a que todos estamos expostos, mas sobretudo a que os agentes patogénicos tenham sucesso e que se desenvolvam de modo a dar lugar à doença propriamente dita.
A nível mundial, uma em cada três pessoas está infectada com o bacilo da tuberculose, mas apenas dez por cento acaba por desenvolver a doença.
A tuberculose a doença que parecia irradiada em Portugal há alguns anos, mas que volta a mostrar as suas garras.

Cansei-me!!!!
De ser passivo e esperar que se faça alguma coisa, por quem quer adoptar uma criança.
Vamos deixar de ser reactivos (relativamente às coisas más), para passarmos a ser pró-activos.
Pretendo criar uma campanha de sensibilização para que se promova um debate profundo, sobre o futuro da “adopção de crianças” em Portugal.

Adopte uma atitude - Divulgue esta iniciativa
As crianças agradecem – E todos nós também.
Contribuição de A Verdade da Mentira para esta campanha a favor das crianças
«Numa caixa aberta com um metro quadrado de área, o investigador francês René Peoc’h coloca no meio um pequeno robô que, durante 15 minutos, se desloca sozinho e sem qualquer interferência no interior do perímetro.
O emaranhado dos movimentos errantes e aleatórios do robô é registado por feixes de infravermelhos.
A experiência é repetida com duas variáveis. Peoc’h põe um pequeno pedaço de cenoura crua em cima do robô e instala num dos lados da caixa um coelho cheio de fome que apenas pode espreitar para o interior do perímetro através de uma frincha com abertura suficiente para meter ligeiramente o focinho.
Os feixes de infravermelhos registam que o robô se move apenas no lado da caixa onde está o coelho - até que passa ao alcance dele, que come o pedaço de cenoura.
Na experiência seguinte, o coelho é substituído por pintainhos cheios de frio e o robô faz o seu segundo percurso com uma lâmpada que emite calor.
O trajecto do robô concentra-se no lado em que estão os pintainhos friorentos, apresentando um padrão completamente diferente do anteriormente registado pelos feixes de infravermelhos.
Os resultados surpreendentes alcançados com estas experiências científicas parecem corroborar a ideia de que há uma força do pensamento.
Esta investigação com o coelho esfomeado, os pintainhos friorentos e o robô errante constitui mais um pequeno passo dado no caminho para encontrar respostas científicas para os mistérios da mente e foi possível porque Peoc’h beneficiou de uma das bolsas de investigação científica anualmente concedidas pela Fundação Bial.»
in Expresso, no artigo «Médico sem fronteiras - Luís Portela, o presidente da Bial, quer contagiar a sociedade com os vírus da inovação, investigação e desenvolvimento»
Interessante a experiência e seus resultados, não é? E esta hipótese de que o nosso próprio pensamento (se os coelhos e pintos o conseguem, era estranho que o homem não...) possa ser uma força tão influente sobre o mundo que nos rodeia, bastante mais do que julgamos e sob aspectos ainda não explorados, dá que pensar. Não dá?
Mas, para mim, o interesse deste artigo não se resume à experiência descrita.
O facto de saber que:
- Existe neste nosso desgraçado país uma Fundação (criada por um português) que patrocina investigações científicas de grande importância, a Fundação Bial, sediada no Porto, e promove diversas iniciativas de relevo na área, nomeadamente, de dois em dois anos, o importante Simpósio «Aquém e Além do Cérebro», onde (segundo o que li nos media) têm participados cientistas de renome mundial;
- A referida Fundação tem um presidente que, como ele diz, «quer contagiar a sociedade com os vírus da inovação, investigação e desenvolvimento»
São motivos de sobra para o meu aplauso.
Artigo completo sobre a Fundação Bial no Expresso.
Nota: O Bold é da minha responsabilidade
«A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima estima em 60 o número de mulheres que morrem por ano, no nosso país, em consequência de maus tratos que sofrem dentro da sua própria casa. As estatísticas do Conselho da Europa concluem que a violência contra as mulheres no espaço doméstico é a maior causa de morte e invalidez entre mulheres dos 16 aos 44 anos, a nível internacional, ultrapassando o cancro e os acidentes de viação. Sabemos que os números, nesta criminalidade íntima, são sempre apenas icebergues - porque a grande maioria cala e consente, apavorada, até à morte.» in Expresso, artigo de Inês Pedrosa, intitulado «A violência de pechisbeque» (o Bold é da minha responsabilidade).
Minhas senhoras e meus senhores, desculpem lá o meu tom, que não é por mal, e muito menos para me armar em “chico-esperto” ou em apóstolo defensor das mulheres vítimas de violência doméstica. Mas, larguem lá, por um mísero quarto de hora, os vossos importantes e urgentes afazeres, a molenguice de ver o concurso televisivo ou a telenovela light ou discutir com os amigos, mais uma vez, os pormenores dos últimos joguinhos de futebol. E leiam este artigo da Inês Pedrosa.
E não digam: Sou homem, estas tretas não me interessam. Ou: Sou mulher mas a mim nenhum homem me aperta os calos, isto não é nada comigo.
Como dizia (é a Sofia de Mello Breyner, não é?) : Vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar.
O director da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (FML), Martins e Silva, revelou ontem que o novo edifício da instituição, pronto há um ano e meio, ainda não foi inaugurado porque foram detectados mais de três mil erros de construção.
Não são necessários quaisquer comentários.
Isto revela o estado do país!
O Presidente da República, Jorge Sampaio, criticou ontem a "passividade empresarial", defendendo que as empresas deveriam abrir mais as suas portas aos recém-licenciados.
"É preciso uma ligação permanente entre as empresas e as faculdades", defendeu Jorge Sampaio, na cerimónia de comemoração dos 25 anos da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, depois de entregar os diplomas aos licenciados, entre os quais estava o seu filho, André Sampaio.
O Presidente da República frisou que a qualificação "é o motor essencial da vida portuguesa" e afirmou que é preciso que os portugueses saiam "do colete de forças da falta de auto-estima".
Em tom informal, o chefe de Estado começou por agradecer a "disponibilidade" da universidade, que lhe permitirá "dar uma aula ou outra" quando "ficar sem emprego" em Janeiro de 2006. Provocando os risos na sala, Sampaio propôs mesmo leccionar a cadeira de "gestão das expectativas em política ou a fábula do infeliz", em que contaria a sua experiência enquanto chefe de Estado.
Será esta a única cabeça iluminada do Estado?
Ou os “outros” não são assim tão parvos, mas entraram no “safa-te o melhor que puderes” e “os outros que se lixem”?
Já diz o ditado “quem se lixa sempre é o mexilhão” .
O Departamento de Energia dos EUA concedeu 4,5 milhões de dólares ao Laboratório Nacional de Oak Ridge (ORNL), no Tennessee, para desenvolver uma rede entre 200 mil a 800 mil vezes mais rápida do que as tradicionais ligações à Internet.
O protótipo, que será baptizado de Science UltraNet, deverá operar a uma velocidade entre 10 gigabytes e 40 gigabytes por segundo, de acordo com o laboratório.
Segundo Nageswara Rao, um dos responsáveis pelo projecto, a ideia não é criar uma nova Internet, mas um rede dedicada, capaz de transferir quantidades maciças de dados científicos e assim acelerar as investigações.
in Diário Digital
Quando tivermos uma rede destas a operar aqui na weblog, vai ser um espectáculo.
Ainda não acabámos de carregar no “enter” e já está a comunidade a ler o “post”.
Ainda estamos a conferir se ficou tudo bem editado e já chovem comentários por todo o lado.
A estas velocidades, como diria o Lucky Luck, os posts serão mais rápidos do que a própria sombra.
E se a evolução humana tivesse sido diferente?
Poderia ter sido assim.....

Extractos de um texto de Nicolau Santos no Expresso
A TRISTE realidade é esta: Portugal encontra-se hoje fora das rotas do investimento directo estrangeiro (IDE). Mais: no estádio de desenvolvimento intermédio em que se encontra, Portugal não apresenta nenhuma vantagem competitiva que o distinga de outros países por forma a atrair um ou dois grandes investimentos estruturantes.....
.... é esta a situação retractada num estudo do Ministério das Finanças, onde se sustenta que Portugal está «cercado» na captação de IDE pelas regiões autonómicas espanholas, como a Catalunha e a Andaluzia, e pelos países da Europa Central e do Leste...
....Os problemas portugueses têm que ver, essencialmente, com a qualificação dos recursos humanos. A receita é aumentar a formação por todos os meios. Os resultados dessa política, contudo, serão a médio prazo. E o duro combate pela captação de IDE trava-se agora. Nesse sentido, há algo que se pode e deve fazer:
- Adoptar e multiplicar o exemplo da «Academia Auto», uma iniciativa da VW/Siemens/Bosch para formar recursos humanos necessários a essas empresas num prazo muito curto;
- Desenvolver o projecto «Défices de capital humano», idealizado pela API, através do qual será possível dispor de informação relativa aos diplomados e finalistas dos cursos do ensino secundário, pós-secundário e superior em áreas técnicas e tecnológicas, para que se possa accionar, caso a caso, respostas rápidas para cada projecto de investimento que o solicite.
Por aqui se vê como o défice no ensino geral e na formação específica é alto.
Os resultados de uma política de formação aguerrida só serão visíveis a médio prazo.
Assim as necessidades hoje sentidas, resultam de políticas incorrectas do passado.
Mas é preciso modificar este estado e muito rapidamente, senão perderemos definitivamente o comboio da Europa.
Os novos países que integrarão a UE no próximo ano, tem níveis de formação que superam a média da UE, pelo que a nossa posição dentro da UE ficará ainda mais fragilizada.
Quem com vírus infecta, com vírus será infectado!
Mais vale um arquivo na mão do que dois em baixo...
Não adianta chorar pelo link derrubado!
A pressa é inimiga da ligação!
Em terra off-line, quem tem um 486 é rei!
Não há nada como um clique após o outro!
Quem nunca errou, que aperte a primeira tecla!
Hacker que ladra, não morde!
Em casa de programador, o espeto é de fibra óptica!
Memória não é documento!
A luta dos estudantes não se resume às propinas e à recusa do seu pagamento. Esse é um pretexto destacado de uma contenda mais vasta no campo do ensino. Medite-se neste texto interessantíssimo de
Fernando dos Santos Neves
in Expresso
OS ESTUDANTES têm razão de não ter razão e não têm razão de ter razão!
Contra o que parece ser a opinião geral (no caso, simultaneamente «opinião pública», «opinião publicada» e até «opinião publicitada»), há que dizer que os estudantes (das universidades públicas), nesta luta de que as propinas pouco mais constituem que o pretexto e aquilo que os especialistas chamam «revelador ou analisador institucional», têm múltiplas razões para ter razão e até para terem razão de não ter razão. Basta olhar para o estado da educação ou da falta dela em Portugal e ter a consciência de que a mesma é a condição «sine qua non» e o motor essencial do desenvolvimento humano sustentável de qualquer sociedade, cuja raiz de subdesenvolvimento e de pobreza radica sempre, em última análise, no seu analfabetismo.
Que é feito, em Portugal, da bela norma revolucionária, democrática e constitucional da «educação universal, obrigatória e gratuita», a todos os níveis e sendo evidente como é que, hoje, tal norma relativa à educação de base se estende necessariamente não só ao ensino primário, como no tempo dos seus avós, e ao ensino secundário, como no tempo dos seus pais mas ao ensino superior, a verdadeira e indispensável alfabetização ou literacia do nosso tempo? Já nos demos suficientemente conta de que a primordial tragédia da sociedade portuguesa é que ela continua tão analfabeta no século XXI (ausência do ensino superior) como no século XX (ausência do ensino secundário) e como no século XIX (ausência do ensino primário) e que é, essa, a razão de base do seu «último lugar» entre todos os países da União Europeia e alguns arredores?
Como é possível tolerar o que se passa no ensino secundário, em que a percentagem de insucesso e de abandono é de cerca de 50%? Uma boa e útil e economicamente rentável maneira de dar emprego a todos os professores desempregados não seria ocupá-los no acompanhamento adequado de todos esses jovens literalmente assassinados e para sempre excluídos da sociedade?...
Como admitir que a sociedade portuguesa, ao contrário do que continuam a pensar e a escrever até alguns fazedores de opinião da nossa praça, tenha tão poucos diplomados, quer absoluta quer comparativamente, e isto quando todas as estatísticas nacionais e internacionais convergem no sentido de demonstrar que, por exemplo, a falta de competitividade é directamente proporcional ao analfabetismo ou iliteracia de qualquer sociedade? E quando é que os «estadistas» e os «economistas» prevalecerão sobre os «contabilistas» e os «merceeiros», dando razão às palavras sempre actuais: «Matemática é fácil, difícil é a Economia»?
Que é feito da aplicação do «Processo de Bolonha», colocando-se Portugal, uma vez mais, na cauda de todos os países da Europa e já não só da actual União Europeia?
E que dizer dos serviços sociais universitários e das bolsas estudantis inexistentes ou próprias dos países do 3º mundo?
Etc., etc., etc.
Não faltam, assim, razões para se dizer que os estudantes têm razão de se revoltar... mesmo se também razões não faltam para se dizer que não têm razão...
Não têm razão, por exemplo, os estudantes das universidades públicas para se esquecerem dos estudantes das universidades privadas, que têm de pagar os seus estudos com propinas incomparavelmente mais caras do que as mais caras que agora lhes são propostas e para se esquecerem de todos aqueles cuja situação económico-social não lhes permitirá nunca o acesso a qualquer dos ensinos... Porque não protestam, por exemplo, contra os miseráveis salários e pensões que constituem a vergonha da União Europeia e são uma das fontes primárias (Bruto da Costa «dixit»!) da pobreza estrutural da nossa sociedade?...
Aliás, um dos grandes pecados originais que inquina todas estas lutas dos estudantes das universidades públicas e lhes dá (ou devia dar) uma má consciência inultrapassável é precisamente este: então os seus colegas das universidades privadas não são cidadãos portugueses com os mesmos direitos, designadamente, o mesmo direito à igualdade de oportunidades? E bastaria, aos estudantes, aplicarem os seguintes dois princípios de uma simplicidade linear e que fazem parte dos últimos progressos das sociedades ocidentais: o primeiro, é que é função do Estado (e aliás, repita-se, também o melhor investimento económico possível!) assegurar a todos os cidadãos o acesso ao campo fundamental da Educação, grátis para todos se for possível, em todo os casos para todos a preço igual; o segundo princípio é que, se ao Estado compete assegurar a todos os cidadãos a educação e demais serviços básicos, não lhe compete necessariamente e competir-lhe-á cada vez menos, à medida que as sociedades civis forem avançando, a realização por si mesmo desses serviços. Ou seja, o célebre e sempre válido princípio da subsidiariedade já não deve ser interpretado no sentido de que à sociedade civil só compete fazer o que o Estado não pode fazer, mas, ao contrário, no sentido do que ao Estado só compete o que a sociedade civil não pode fazer, não quer fazer ou efectivamente não faz! Trata-se de uma verdadeira «revolução copernicana» das mentalidades, que nada tem a ver com qualquer «deriva direitista» ou «neoliberal» (leia-se, por exemplo, o Estado e a Revolução de Lenine) e que os Estudantes deveriam ser os primeiros a compreender e a pôr em prática.
Lutas dos estudantes contra as propinas?
Porque não, desde que, também aqui ouvindo os sábios conselhos do Presidente da República, Jorge Sampaio, e adaptando as famosas palavras de Hamlet, nunca se esqueçam que há muita mais vida e muitas mais coisas no céu e na terra do que por vezes eles imaginam nas suas limitadas e cíclicas lutas contra as propinas.
Estudantes, vós tendes razão de não ter razão mas também não tendes razão de ter razão (para recorrer uma vez mais a famosa expressão sartriana do século passado). Porque não mais um esforço para terdes somente razão?
Ao contrário do que dizem os já por Horácio catalogados como os «louvadores do antigamente», vós não sois nenhuma «geração rasca», sois apenas, como todas as novas gerações a geração encarregada de «transformar o mundo» e de «mudar a vida»!
Reitor da Universidade Lusófona
Para quem anda preocupado com o futuro e não quer mais ouvir o Vitor Constâncio ou a Manuela Ferreira Leite, pode sempre optar pela “blue pill” que não revela nada, enquanto a “red pill” nos mostra toda a verdade.
Royalties para o Bichinho-de-Conta
Várias organizações ambientais de países ocidentais, Portugal incluído, vão organizar este sábado o «Dia sem Compras», uma data destinada a servir de protesto contra as implicações do consumismo e o poder da publicidade. A iniciativa nasceu nos Estados Unidos há oito anos e é lançada esta época para apelar sobretudo à reflexão dos cidadãos através do lema: «comprar menos, viver mais!».
«Buy Nothing Day» é a reivindicação de uma cidadania alternativa ao poderio internacional das marcas que procura subverter a estratégia das empresas multinacionais, assim denominam esta iniciativa as várias organizações não governamentais (ONG) que vão levar a cabo os apelos em vários países como a Dinamarca, França, Alemanha, Japão ou Israel.
Em Portugal, o «Dia sem Compras», organizado pelo Grupo de Acção e Intervenção Ambiental (GAIA), vai ser celebrado nas principais ruas de comércio de Lisboa e Porto através de «uma pequena encenação de rua e da distribuição de alguns panfletos relativos ao excesso de consumismo e todas as implicações que isso traz», explica Pedro Jorge Pereira, membro da associação.
O grupo, que é constituído na sua maioria por estudantes universitários, vai procurar consciencializar os portugueses para as consequências ambientais, sociais e éticas do consumismo.
As ONG querem que os consumidores questionem os produtos que compramos levando-os a pensar em quem os fabrica ou sobre a sua origem e processo de fabrico.
«Consideramos que as pessoas deviam lembrar-se que há produtos que são fabricados através de uma semi escravatura ou sem atender a problemas ambientais como a questão da produção de detritos», explica Pedro Jorge Pereira, exemplificando o caso de determinadas marcas de bolachas «que são embaladas duas vezes, com cartão por fora e plástico por dentro a envolvê-las, o que significa o incentivo a uma produção de resíduos redundante».
Os promotores da iniciativa querem fazer deste um primeiro dia que sirva de exemplo para uma mudança de consciência e até de estilo de vida, para um consumo mais responsável e racional. No seu site, a GAIA lembra que «os países desenvolvidos, que constituem cerca de 20% da população mundial, consomem 80% dos recursos naturais do planeta, causando um nível desproporcionado de danos ambientais e uma injusta distribuição da riqueza»
in Diário Digital
Com a crise que vai por aí, com a falta de dinheiro nos bolsos dos consumidores não vai ser difícil apelar ao não consumismo.
Muito não consumismo já está instalado por aí, sem qualquer campanha.
Perdão, o governo fez a campanha mas sem nenhum estardalhaço.
O Leonel vai, a partir do próximo domingo, dar um contributo para a compreensão de algo que, de alguma forma, marcou este ano:
2003 – O ano dos “Blogues”
Habituados às contribuições do Leonel no campo da história, este, como ele diz, pequeno "subsídio" para a "história da blogosfera", decerto ajudará a explicar o impacto e as consequências que a blogosfera teve este ano em Portugal.
Ia-me mijando a rir com o PLANTU do Nuno.
Aconselho o pessoal a despejar a bexiga antes de ver o post!
Investigadores da Universidade do Algarve desenvolveram uma alga que pode transformar dejectos de peixes das pisciculturas em compostos antivirais e antibacterianos, para serem usados em cosméticos de combate à caspa e ao acne.
"Trata-se de criar condições que permitam a produção de biomassa com valor acrescentado a partir dos efluentes das pisciculturas e aquários", explicou Rui Santos, do Centro de Ciências do Mar da Universidade do Algarve. Os estudos inserem-se no projecto europeu Seapura, que integra parceiros portugueses, espanhóis, irlandeses, alemães e franceses
Os dejectos dos animais servem de adubo para que a alga vermelha "Falkenbergia rufolanosa" se propague. A alga produz amónia, que tem actividade antiviral e antibacteriana, e pode ser colhida e transformada na indústria cosmética.
"Os nossos colegas franceses já começaram a aplicar esses compostos em produtos anti-caspa e anti-acne", disse o investigador. Mas o produto pode ter outras aplicações: por exemplo, a prevenção do desenvolvimento de bactérias e vírus em peixes criados em aquacultura e a integração em tintas, para evitar o desenvolvimento de fungos.
Os investigadores desenvolvem agora, com o parque zoológico Zoomarine, uma colaboração para potenciar o uso do sistema no recinto, utilizando as algas vermelhas em estudo na reciclagem das águas em que vivem os golfinhos, tubarões e focas, entre outros.
Os cientistas portugueses já pediram uma patente para o processo de produção e extracção da alga, que estudaram em profundidade, enquanto os parceiros franceses e alemães se dedicaram aos compostos que a alga produz ao retirar a amónia dos efluentes das pisciculturas.
in Público
Isto soa algo esquisito, mas se contribuir para o nosso desenvolvimento cientifico e económico, qual é o problema?
"Sempre que saírem à noite em grupo destaquem um de vocês que não beba para trazer os outros a casa", desafia Rui Unas, o apresentador de televisão. O apelo resume o espírito da campanha "100 por cento Cool", lançada em 2002 apenas em Lisboa e que a partir de agora se vai alargar a várias cidades, através de um "road-show", e de publicidade na rádio.
A campanha, que é uma iniciativa da Associação Nacional das Empresas de Bebidas Espirituosas (ANEBE), conseguiu no ano passado 30 mil jovens aderentes, ou seja, o número de condutores que pediram um cartão de condutor "zero por cento de álcool". Para este ano, a ambição da ANEBE é chegar aos 200 mil.
Nove câmaras municipais - Aveiro Bragança, Évora, Santa Maria da Feira, Vila Nova de Gaia, Braga, Leiria, Fero e Setúbal - cederam espaços publicitários para a divulgação da campanha, que inclui ainda um "road-show" em 2004 em todos os distritos, acções de sensibilização nas principais cidades e "spots" de rádio.
Campanha muito importante que já deveria ter começado há muito tempo.
Para se ter uma ideia do nosso atraso, este tipo de sensibilização / educação já se fazia na Grã-Bretanha nos anos 70.
Presenciei por várias vezes grupos de jovens britânicos bebendo tudo o que lhes apetecia e em que um dos membros se limitava a beber um sumo ou outra bebida não alcoólica. E parecia não fazer qualquer esforço, mas assumia o acto como qualquer coisa trivial.
Outra acção que me marcou foi a seguinte: ir numa auto-estrada (de três faixas) durante 10 minutos a pedir ultrapassagem (atrás de uma viatura que ocupava a faixa de ultrapassagem), sem apitar uma única vez, e com as duas faixas do lado livres – ambos os condutores eram Britânicos – e o de trás só o ultrapassou quando o da frente se dignou desviar.
Alguém consegue imaginar esta cena em Portugal?
Podem ver os resultados das estatísticas Britânicas aqui e comparar com as nossas.
Isto é uma “educação” que se aprende na escola, mas não só.
Isto revela uma maneira de estar na vida, que não nos faria nada mal copiar.
É claro que me vão dizer, que neste país também há violência, drogas, hooligans, etc.
Tudo bem, no entanto só devemos importar o que está correcto.
Chama-se "Estrada Larga - Caminhos para famílias sem violência". Porque na violência doméstica, tal como nas estradas, as "crianças, são muitas vezes, os peões inocentes e as mulheres ocupam, demasiadas vezes, 'o lugar do morto'". O projecto, pioneiro em Portugal, irá percorrer, ao longo de um ano e meio, três distritos do Norte do país, em dezenas de sessões de "esclarecimento".
O "Estrada Larga", da responsabilidade da Organização Não Governamental de mulheres Soroptimist International, vai ao encontro do II Plano Nacional Contra a Violência Doméstica, que refere a necessidade de se apostar na sensibilização. Já existe um enquadramento legal "moderno e adequado", impõe-se agora "sensibilizar as pessoas para uma mudança de atitude", diz Teresa Rosmaninho, do Clube Soroptimist do Porto "invicta".
Muito importante estas acções de sensibilização.
Esperemos que conduzam a bons resultados práticos.
O psiquiatra Medeiros Paiva, especialista em psicofarmacologia, alertou ontem para o facto de, em Portugal as autoridades, não darem "a devida importância ao facto de o uso de benzodiazepinas poder estar na origem de muitos dos acidentes de viação e de trabalho registados no país". "A chamada 'droga maravilhosa', da qual usamos e abusamos, tem um efeito colateral que para os condutores é gravíssimo e está subvalorizado: a diminuição dos reflexos", sublinhou no V Congresso de Psiquiatria, que decorre em Coimbra, para apelar a "uma forte campanha sobre este problema".
"Se pensarmos que em Portugal são apanhados mil indivíduos por mês com mais de 1,2 gramas de álcool por litro no sangue e que as benzodiazepinas potenciam o efeito do álcool, temos de admitir que as nossas estradas estão cheias de assassinos", enfatizou, ao intervir no congresso, que decorre em Coimbra.
Medeiros Paiva sublinhou que não dispõe de dados científicos sobre o número de prescrições de benzodiazepinas em Portugal. Mas disse calcular que mais de 60 por cento da população adulta recorra àquele fármaco e que, daquela, cerca de metade o faça sem prescrição médica.
Ao intervir no painel sobre "o mau uso e abuso de substâncias psicoactivas", o especialista realçou as vantagens dos ansiolíticos e tranquilizantes que vieram substituir os barbitúricos a partir de finais dos anos 50. "São muito eficazes, actuam muito rapidamente e têm uma toxicidade baixíssima comparativamente com outros fármacos", enumerou, fazendo notar que "não é por acaso que lhe chamam a 'droga maravilhosa'".
Medeiros Paiva defende que, "estando já provado o efeito colateral da diminuição dos reflexos, não se deveria esperar para fazer uma campanha sobre o assunto, e pelo menos tão forte como a que é dedicada ao álcool".
A auto-medicação e a facilidade com que nas farmácias são vendidos esses medicamentos sem receita médica contribuem, na sua perspectiva, para o abuso. Mas ressalva que a causa do abuso das benzodiazepinas por parte daqueles que se auto-medicam tem causas mais profundas: "As pessoas não são felizes", afirma.
in Público
Para ler e meditar.
O Instituto do Consumidor prepara-se para lançar uma campanha que alerta para a obrigatoriedade de um vendedor entregar ao consumidor um bem, tanto móvel como imóvel, que esteja em conformidade com o contrato de compra e venda.
O consumidor deve estar bem informado dos seus direitos.
Muitas vezes não reclama algumas anomalias, por desconhecimento destes direitos.
Mesmo que tenha de insistir várias vezes, não se deve desistir, quando o consumidor não se sente satisfeito com o produto.
E se a evolução humana tivesse sido diferente?
Poderia ter sido assim.....

Segundo informação disponibilizada pelo Centro de Vigilância Epidemiológica das Doenças Transmissíveis, do Instituto Nacional de Saúde (INSA), com actualização de 30 de Junho de 2003, foram notificados em Portugal, no período de Janeiro de 1983 a 30 de Junho de 2003, 10 105 casos de SIDA, 83,2% dos quais referentes a indivíduos do sexo masculino (8410). Em mais de metade dos casos notificados (55%), os indivíduos afectados já faleceram (5554).
De acordo com dados do Centro Europeu para a Vigilância Epidemiológica da SIDA (Paris), actualizados a 31 de Dezembro de 2002, a taxa de incidência de SIDA na União Europeia (UE) situava-se, em 2002, nos 26,1 casos por milhão de habitantes. Portugal apresentou a maior taxa de incidência, com 76,7 casos por milhão de habitantes (correspondendo a uma estimativa provisória de 771 casos diagnosticados – mais 55 casos do que os reportados pelo INSA a 30 de Junho de 2003), seguido da Espanha, com 71,3.
in INE
Só estamos nos primeiros lugares das estatísticas da UE, pela negativa.
O Alentejo é a região com menos população, menos nascimentos e a mais envelhecida do país, segundo o relatório "Um retrato territorial de Portugal" divulgado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
De acordo com o mesmo documento do INE, o Alentejo, que ocupa quase um terço do país, conta com pouco mais de 500 mil habitantes, um número bastante reduzido comparativamente à região de Lisboa e Vale do Tejo, onde vivem actualmente quase 3,5 milhões de pessoas.
Os concelhos alentejanos têm ainda a maior percentagem de nascimentos fora do casamento, em oposição ao litoral norte e interior centro, que apresentam taxas mais altas de casamentos católicos e mais baixos números de divórcios.
Segundo o INE, concelhos alentejanos como Almodôvar, Aljezur, Ourique, Cuba ou Alter do Chão, entre outros do Algarve ou interior centro, a percentagem de nascimentos fora do casamento oscila entre 36 e 52. No litoral os números situam-se entre zero e 12 por cento.
Segundo o último recenseamento da população, que data de 2001, o Alentejo tinha uma taxa de crescimento negativo de 5,8 por cento, quando o litoral norte tinha um crescimento positivo de 2,6 por cento.
No Alentejo, no Centro e no Algarve morre-se mais do que se nasce, em Lisboa e Vale do Tejo a situação já se inverte, com uma maior taxa de natalidade do que mortalidade, e no Norte, Açores e Madeira a diferença positiva é ainda maior.
Em 2001, os 16 concelhos mais envelhecidos pertenciam ao Alentejo, Centro e Algarve. Nisa, Vila Velha de Ródão, Idanha-a-Nova, Penamacor, Alcoutim e Gavião tinham mais de 400 idosos por cada 100 jovens.
Será que a desertificação do Alentejo vai continuar?
Quinze companhias teatrais, dez das quais estrangeiras, participam a partir de hoje, em Tondela, na nona edição do FINTA - Festival Internacional de Teatro ACERT.
De acordo com a organização do evento, apesar dos problemas financeiros, a companhia Trigo Limpo Teatro ACERT "teima em fazer prosseguir, cada vez com mais força, um acontecimento que o público reclama e que se mostra indispensável na afirmação cultural, com identidade, do interior do país".
A companhia vai reunir até à próxima segunda-feira no palco do Novo Ciclo, em Tondela, 15 companhias teatrais, que representam sete países e apresentarão 21 espectáculos em quatro diferentes espaços do Novo Ciclo ACERT.
O festival arranca hoje de manhã com "Joana está na lua", um espectáculo do Lua Cheia Teatro destinado ao público escolar. À noite, sobe a palco "A terra de ninguém", do Teatr smego Dnia (Polónia) e "Vai onde os pés te levam", da mímica Laura Kibel (Itália).
O humor está também presente na programação, nomeadamente com "Star Trip" e "Splash!", do grupo Yllana (Espanha), e "Festival no Festival", da Orkestra Zbylenka (Itália).
Entre as novidades internacionais estão a ópera "A Festa do Imperador", do Teatro Karromato e a última criação dos angolanos do Elinga Teatro: "Levanta-te, Albert!".
A produção teatral nacional também não faltará à nona edição do FINTA, destacando-se "Hamlets", de Diogo Infante e Marco d'Almeida, a música de Luís Pedro dos Belle Chase Hotel em "Isto é que foi ser" e o espectáculo "Photo Má Tom" que a companhia da casa, Trigo Limpo Teatro ACERT, apresentará todos os dias.
Paralelamente, haverá exposições e gastronomia regional, num conjunto que projecta a cidade de Tondela "nos destinos teatrais do público que, ano a ano, ultrapassa o universo regional", refere a organização.
A companhia Trigo Limpo Teatro ACERT tem cinco produções em itinerância e 160 apresentações realizadas de Norte a Sul do país e no estrangeiro.
Dois padres vão passar férias para o Algarve e para não serem reconhecidos, vão a uma loja de surfistas e compram roupas radicais. Mais tarde estão na praia a beber as suas cervejinhas quando passa um loira de topless, toda boa, e diz:
- Bom dia senhores padres!
Os padres ficaram pasmados! Tinham sido reconhecidos!
Por isso foram outra vez à loja e compraram roupas ainda mais radicais.
Estão na praia descansados e passa a mesma loira em topless com tanga de fio dental, senta-se ao lado deles de uma forma sexy e diz:
- Boa Tarde senhores padres!
Um dos padres não resiste e pergunta:
- Nós realmente somos padres! Mas como é que nos reconheceu?
- Senhor Padre sou eu! A irmã Angela!
Um navio com bandeira cipriota partiu quarta-feira do porto de Paranaguá com 32 toneladas de soja geneticamente modificada, carga cujo destino é Portugal e Marrocos.
Em contacto com o porto do Paraná, o Diário Digital confirmou a saída do navio, tendo sido referida a cidade de Lisboa como destino da carga, onde deverá chegar a 12 de Dezembro.
Informada pelo Diário Digital, Margarida Silva, da Quercus, lembrou que «Portugal está sujeito a legislação comunitária, a qual só permite a circulação de uma variedade de soja modificada».
A dirigente da Quercus alerta, contudo, ser frequente em muitos carregamentos, haver misturas de outras variedades, e caso isso aconteça, «basta haver 1% de contaminação para que a soja não possa entrar».
in Diário Digital
Dedo mole em tecla dura, tanto bate até que acostuma!
Clicar e teclar, é só começar!
Clique onde eu digo, mas não clique onde eu clico!
Sites passados não movem o browser!
Quem ama um 486, Pentium 4 lhe parece!
De clique em clique, você fica viciado em Internet!
Diga-me qual a sala de chat que frequenta e eu te direi quem és!
De internauta, programador e hacker, todos nós temos um pouco!
Olho por olho, clique por clique!
Se correr o hacker pega, se ficar o hacker come!
Não ande perdido na blogosfera. Tem um sentimento de blogodependência? Identifique-o aqui. Acompanhe com um Ginger Ale e as respostas sairão naturalmente.
Dentro de momentos (19.00 h) temos o Benfica em acção.
Ás 21.00 h é a vez do Sporting entrar em campo.
Se a vela rompeu as nossas esperanças, vamos a ver se a bola rompe as redes adversárias.
Boa sorte para os dois!
Evitar uma área de acidente na estrada antes de esbarrar com ele, passar a ter portagens sem que seja preciso passar obstáculos terrestres, ou activar um pedido de emergência sem ter que procurar um telefone SOS podem ser uma realidade num futuro próximo.
A Agência Espacial Europeia (ESA), em parceria com empresas portuguesas, como a SkySoft, apresenta hoje, em Lisboa, num seminário sobre sistemas inteligentes de transportes, organizado pelo Gabinete de Relações Internacionais da Ciência e do Ensino Superior, o projecto a que chamam Active Road Management System Assisted by Satellite, ou ARMAS. O objectivo é garantir a segurança nas estradas com base em informação por satélite, preparando o caminho para o uso civil do sistema europeu de navegação Galileu.
Durante as últimas décadas do século passado foram muitas as tecnologias criadas para desenvolver sistemas de segurança a nível dos transportes. Mas, na sua maioria, estes sistemas eram dependentes de sistemas informáticos terrestres, que acabaram por se mostrar ineficazes ao aumento das necessidades dos condutores e dos desafios que apareciam.
O desafio é hoje colocado pelas tecnologias de informação à distância, que surgem cada vez mais com aplicações inovadoras e respostas eficazes aos problemas que foram surgindo.
O objectivo do ARMAS, desenvolvido pela ESA, em parceria com as empresas portuguesas SkySoft, INOV, e ainda com a Auto-Estradas do Atlântico e Lusoponte, é receber informação útil ao condutor, que permitirá evitar zonas de acidente ou perigosas com antecedência, através da recepção de uma mensagem de aviso. Bastará ao condutor que transporte no seu veículo um pequeno computador de bordo com ecrã e alertas sonoros, que receberá mensagens por via satélite, para que a condução possa ser mais segura e facilitada.
Para além disso, o ARMAS também pode servir como dispositivo emissor. O condutor poderá emitir um pedido de ajuda, em caso de emergência, para uma central de controlo, que o receberá e tomará os procedimentos necessários para localizar a viatura e enviar a ajuda necessária diligentemente.
Os primeiros testes, a título experimental, foram ensaiados na Ponte Vasco da Gama, com base no sistema europeu European Geostationary Navigation Overlay Service, ou EGNOS - que conta com três satélites geoestacionários e é uma espécie de antecipação do sistema Galileu, co-financiado pela Comissão Europeia e pela ESA. Mas a aplicação do sistema não estará totalmente operacional antes de 2004, apesar de os especialistas envolvidos acreditarem que antes de 2008 será uma realidade já confirmada. Espera-se para 2008, aliás, que a constelação de satélites Galileu esteja em funcionamento. É sobre este e outros projectos em torno dos sistemas inteligentes de transportes que hoje se falará todo o dia, no Centro Científico e Cultural de Macau, em Lisboa.
"No futuro, a aposta é que todos os automóveis estejam em comunicação com um sistema de satélite para pagamento de portagens ou para garantir a segurança das viagens. E quem sabe um dia não poderemos ter uma condução automática?", vaticina Eliseu Crespo, consultor do Gabinete de Relações Internacionais da Ciência e do Ensino Superior (GRICES). O responsável realça que o Galileu, e agora o sistema EGNOS, vieram preencher uma lacuna importante na aplicação civil da informação obtida por satélite, algo que o sistema norte-americano, o Global Positioning System, ou GPS, que até hoje foi o sistema usado a nível europeu, não ofereceu: "O EGNOS apareceu como um complemento do GPS, que apresentava algumas fragilidades em termos de aplicação civil. Na navegação aérea, por exemplo, o EGNOS, que de certa maneira antecipa o Galileu, veio aumentar a precisão oferecida pelo GPS", defende.
Eliseu Crespo realça o facto de outras empresas portuguesas estarem a desenvolver projectos na área dos sistemas inteligentes de transportes, apesar de o projecto ARMAS ser o mais desenvolvido. "Pretendemos que cada vez mais empresas se envolvam em projectos que tenham a ver com as tecnologias do espaço, que é uma área de exigência tecnológica elevada. É nessa exigência tecnológica que tem de se apostar", afirma Eliseu Crespo, que assegura existirem em Portugal já mais de uma dezena de empresas a trabalhar nesta área, em parceria com a ESA.
in Público
O director regional adjunto da Educação da Região Centro, António Vicente Figueiredo, admite ter interferido pessoalmente na colocação de dois professores em Aveiro e Viseu, adianta a edição desta quinta-feira do Público.
Grão a grão vão as comadres confessando os seus delitos!
A grande questão é que os casos que vêm a público são uma ínfima parte da novela.
Se houvesse estatística de "cunhas" na UE, nós ocupávamos os primeiros lugares.
A empresa japonesa Sanyo vai começar a comercializar no próximo mês CDs à base de milho. Segundo a edição desta quinta-feira do Financial Times, o «MildDisc» terá capacidade para armazenar dados informáticos, música e vídeo. O aspecto será o mesmo de um CD convencional. O objectivo desta invenção é evitar a acumulação de CDs obsoletos juntamente com os resíduos sólidos urbanos e também aproveitar a crescente procura de produtos ecológicos.
Assim estes novos CD’s quando ficarem absoletos não irão encher as lixeiras.
Vão para as galinhas.
Ouvir-se-á uma nova terminologia nos galinheiros.
Em vez de: “ titi...titi...milho minhas galinhas”
Será qualquer coisa como: “ CD’s...CD’s minhas galinhas”
Se os CD’s forem musicais e de boa qualidade, as galinhas ficam mais felizes e engordam mais depressa!
Se os CD’s forem de dados as galinhas em vez de porem ovos, processam “output’s” diversos – tipo facturas, direct marketing ou até apelos do seleccionador nacional de futebol.
Mais lucros! Que é o que interessa nos dias que correm. Lucro!
Valência pagou o dobro do dinheiro para organizar America’s Cup
A cidade de Valência conseguiu vencer a organização da America’s Cup em 2007 devido a factores exclusivamente económicos. O Jornal de Negócios apurou em Genebra, Suíça, que o Clube Náutico de Valência, entidade que realizará a prova, ofereceu à organização helvética 300 milhões de euros, o dobro do valor – 150 milhões de euros – apresentado pela candidatura de Lisboa.
O Clube Náutico de Valência considera ser este um investimento com elevada expectativa de recuperação, porque além do retorno do montante confiado à organização, espera ainda vir a obter mais- -valias potenciais de mais 200 milhões de euros, excluindo receitas de “sponsorship” e publicidade do evento.
In Jornal de Negócios
Hoje em dia, tudo se resume a números.
Lá chegará o dia em que os nomes pessoais acabarão.
Passaremos a tratar-nos por números, tipo BI ou NIF.
Até ver 235657394512894532789!
(Tradução “ Até ver comunidade blog” )
Bill Gates vai a passear na praia e encontra uma lâmpada mágica.
Esfrega e sai de lá um génio:
- Tens direito a um desejo por me teres libertado, diz o génio.
- Hum....deixa ver...tenho aqui um mapa....olha, quero ser dono deste país e desta ilha e.....
- É pá, isso não é assim tão fácil! Escolhe outra coisa.
- Então quero que tires todos os “bugs” do Windows.
- Hum..... mostra lá o mapa outra vez.
Segundo um estudo da Comissão Europeia (CE), Portugal está em último lugar na percentagem da população entre os 25 e os 64 anos que completou pelo menos o ensino secundário
Portugal tem apenas 20% da população com o 12º ano completo enquanto que Espanha, a penúltima classificada, tem cerca de 40%. Os países de Leste que em breve se vão juntar à UE têm uma escolaridade secundária de cerca de 90%, mais do que a média dos Quinze.
Que os responsáveis educativos deste país leiam este estudo e tirem as ilações devidas.
Que os responsáveis educativos empreendam a reforma necessária para alterar este estado de coisas.
Que o país concentre a sua atenção e recursos no investimento que traga benefícios ao país.
Que se deixe de “fazer política” e se passe a fazer “obras”.
Que haja responsabilidade neste país e que cada um assuma a sua quota parte.
Que a inovação e uma nova mentalidade surja como um novo “motor” para o país.
Eu não quero continuar no fundo da tabela!
É preciso avançar.....porra!
Portugal com melhor produtividade por hora de trabalho do que os EUA
A Comissão Europeia (CE) considera que Portugal é um dos sete estados-membros que têm registado «melhores resultados do que os EUA em termos de produtividade por hora de trabalho desde meados da década de 90».
Num documento onde analisa